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18 Comments Add your own

  • 1. Bruno Silva  |  January 12, 2007 at 11:13 pm

    Eu faço parte de um movimento politico, JSD, que se prepara para realizar
    um debate sobre o aborto na freguesia de Nevogilde do concelho de Lousada
    e do distrito do Porto. Gostariamos, se fosse possivel, que alguem do
    movimento a favor do aborto viesse participar no nosso debate a fim de
    esclarecer a população acerca do assunto.
    O meu contacto é o 964374061.
    Agradeço resposta.

    Obrigado

    Reply
  • 2. sérgio roseiro  |  January 13, 2007 at 5:09 pm

    Espero que desta vez os portugueses se dignem a ir votar e não se deixem ficar em casa.Vamos lutar contra a abstenção e a favor das mulheres julgadas por praticarem um aborto!

    Reply
  • 3. simao duque  |  January 13, 2007 at 10:46 pm

    Título: show some respect…

    Pois bem aqui estou eu, independente e de livre e espontanea vontade, para deixar a minha humilde opinião neste espaço que, devo dizer, e contra a minha forma de pensar. Talvez seja precipitado intitular-me imediatamente com a marca do NÃO mas,e se me permitem, gostaria de dizer umas coisas de minha justiça:

    pois bem a primeira delas é que tenho dúvidas, muitas dúvidas.Parece que a vossa singela campanha esqueceu-se disso.É suposto na nossa sociedade termos opniões formadas antes dos assuntos serem postas a mesa? onde está a importancia da dúvida? ao tornarem este tema sentimentaloide e digno de uma conversa televisiva nas manhãs portuguesas estão a dogmatizar as massas que foi apoiam, os vossos apoiantes são inspirados nao pela sua razão mas sim pelo sentimento, e tudo oposto a esfera democratica e ao voto: um gesto refelctido e imparcial.

    pois bem,deixo o comentário e pedindo desculpas se fiz deste espaço um divã de psicologo.como os meus recursos sao escassos e nao consigo chegar as altas instancias onde fica o coração desta campnha limito-me a juntar-me a populaça com um comentario que pela sua acidez decerto será esquecido. assim me despeço…com alguma amizade.

    Reply
  • 4. Thiago  |  January 14, 2007 at 10:04 pm

    Olá a todos(as), gostaria que o Movimento Jovens pelo SIM vie-se a ilha da madeira (freguesia de Santo Antonio) fazer uma confrencia/debate sobre a despenalizacao do aborto a fim de esclarecer a população acerca do assunto.

    Obrigada

    Reply
  • 5. Rui Badana  |  January 14, 2007 at 11:33 pm

    Sou da Guarda, gostaria de saber se alguma coisa organizada aqui na Guarda.

    Reply
  • 6. jovenspelosim  |  January 15, 2007 at 12:13 am

    Caro Thiago,
    Existe um grupo dinamizador dos jovens pelo sim na ilha da madeira. Vamos lhe dar o teu contacto. Existe alguma campanha preparada.
    Rui, penso que existirão acções de campanha na Guarda… não sei se um debate. Mas pelo menos entrega de divulgação e acções de campanha estarão programadas.
    Caso estejas interessado nestas e na divulgação da mensagem, envia-nos os teus contactos para info@jovenspelosim.org
    andré luz

    Reply
  • 7. maria Joao  |  January 17, 2007 at 2:04 am

    Eu n faço parte de nenhum movimento….sou apenas uma MULHER…e por isso queria aqui deixar o meu SIM á despenalizaçao!
    Parece-me ridiculo que nos tempos que correm ainda exista gente que consiga deitar a cabeça e fexar os olhos a toda esta hipocrisia que envolve a questao delicada do aborto.
    Se pensarmos bem, infelizmente todos nos conhecemos alguem, ou somos amigos de alguem que conhece uma mulher que ja esteve nesta situaçao….e pergunto-me….sera q estas mulheres n tem o direito a decidir? Sera q estas mulheres n tem o direito a optar? sera q estas mulheres nao tem o direito a dignidade?
    Sera q vamos continuar a contar historias de cafe e a negar um problema que a todos diz respeito?
    Por mim, pelas mulheres que conheço e por todas aquelas q lutam por um direito á escolha…eu voto SIM!

    Reply
  • 8. Ita Roque  |  January 17, 2007 at 10:56 pm

    Um aborto causa um trauma, é verdade.
    E o nº de crianças ” institucionalizadas”, mal tratadas, abusadas, indesejadas? sabemos que são muitas, demais!
    – A “Igreja” desaprova os meios contraceptivos! Quantos filhos têm os católicos praticantes?
    – Em 10 mulheres quantas não interromperam uma gravidez?
    – Dos defensores do Não quantos estão inscritos como voluntários para a adopção?
    – Quantas mulheres morrem por abortos de “vão de escada”?
    Ninguém é a favor do aborto,! Alguns são a favor da evolução do Homem.

    Reply
  • 9. André Valentim  |  January 21, 2007 at 1:48 pm

    Sou estudante da Escola Secundária José Gomes Ferreira, e estou a organizar um debate sobre o aborto. Precisava de alguém da parte do sim para ir lá falar sobre o tema de forma a esclarecer os alunos.
    Aguardo uma resposta o mais breve possível,

    Os melhores cumprimentos,
    André Valentim

    Reply
  • 10. Teresa Martins  |  January 21, 2007 at 2:44 pm

    Parece-me importante esclarecer que ser a favor da despenalizaçao do aborto não é sinónimo de ser a favor do aborto propriamente dito!
    Ser a favor do SIM neste referendo é deixar de tapar o sol com a peneira e encarar de frente uma situaçao que, por muito que não concorde, sei que existe e que é bem REAL. O ABORTO acontece!!! não adianta estarmos com sentimentalismos nem com rodeios, este é um facto, bem como todas as consequencias que trás para muitas mulheres/ familias que ficam com graves problemas em maõs, sendo a questao juridica mais um…
    é por isso que acredito que a despenalizaçao do aborto (dentro dos limites definidos, claro) é fundamental, pois deste modo poderá haver um efectivo acompanhamento às mulheres e suas familias no sentido de serem tomadas decisoes bem pensadas e equilibradas, mostrando-se também alternativas existentes.
    sou uma jovem mulher, católica e que tb defende a vida… e é por isso que vou votar SIM, porque todos temos o direito a fazer opçoes de forma consciente e com o apoio necessário, e que sejam as melhores para a nossa VIDA e dos nossos descendentes!
    deste modo estou disponivel para colaborar com o movimento (no Porto ou em Oliveira de Azeméis) no que for necessário, por esta luta que tb é minha!!!!

    Reply
  • 11. Liliana Relvas  |  January 22, 2007 at 4:56 pm

    O meu nome é Liliana Relvas e gostaria de saber se é possível que participem numa sessão de esclarecimento destinada a adultos, a respeito da despenalização do aborto, a realizar no Centro de Formação Profissional de Rio Meão (IEFP).

    Contacto: 965662813

    Reply
  • 12. Ana Sofia São João  |  January 22, 2007 at 8:13 pm

    Boa tarde!
    Com o intuito de realizar, nas instalações do ISCTE, um debate dinâmico e atractivo sobre a temática da despenalização do aborto, a AEISCTE gostaria de poder contar com a representação do Movimento nesta iniciativa, a realizar durante a semana anterior ao dia do referendo (de 5 a 9 de Fevereiro). A data exacta será definida posteriormente, tendo em conta a disponibilidade evidenciada pelos convidados que nos encontramos a contactar, sendo que gostaríamos, como é óbvio, de poder contar com representantes das duas facções em oposição.

    Já com experiência na realização de eventos desta natureza, a AEISCTE prevê uma elevada adesão por parte dos alunos desta Instituição, pela relevância actual do assunto em questão. Iremos também, à semelhança de outras actividades onde pudemos contar com a presença de figuras de relevo na sociedade portuguesa, divulgar o debate junto dos órgãos de comunicação social, o que seria, à partida uma mais valia e um incentivo à participação do Movimento dos jovens pelo sim, pela eventual exposição daí decorrente.

    Com tudo isto, agradecemos a eventual atenção dada a este convite, esperando sinceramente que seja aceite, constituindo para nós, enquanto entidade organizadora e representante dos estudantes deste Instituto, uma grande honra.

    Agradecíamos resposta até ao final da semana que vem, por favor,

    Sem outro assunto de momento

    Com os melhores cumprimentos,

    P´la AEISCTE

    Ana Sofia São João

    AEISCTE – Associação Estudantes do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa
    Secção Intervenção Académica

    Av. das Forças Armadas Edifício ISCTE Sala 0N12

    1649-026 LISBOA

    Ext: 720011
    Tel: 21 7903018

    Fax: 21 7903019

    Reply
  • 13. Ana Rasteiro  |  January 23, 2007 at 8:43 pm

    Parabéns!!! Força, continuem…
    Contem com o meu apoio!

    Reply
  • 14. João Pires  |  January 23, 2007 at 9:40 pm

    Em verdade se pode dizer que:
    Em Portugal só as mulheres pobres estão proibidas de abortar em condições dignas.

    Qualquer mulher que tenha verba disponível pode fazer um aborto, com todas as condições, em Espanha, em Inglaterra, etc.

    Por isso, podemos dizer que a actual lei apenas proíbe aos pobres o acesso ao mesmo tipo de condições actualmente proporcionadas a quem tem dinheiro.

    Cumprimentos

    João Pires

    Reply
  • 15. Joana  |  January 26, 2007 at 5:11 pm

    Gostava de ver esclarecida no vosso blog a seguinte pergunta:
    Qual o tratamento jurídico a dar a uma mulher que fará um aborto às 11 semanas?

    Reply
  • 16. Tiago  |  February 4, 2007 at 1:12 am

    Deixo-vos a resposta a muito boa gente, e particularmente à Joana e à Sra Paula Braz Machado (assimnao.org) a quem fiz questão de também a enviar. Como deve saber, a mulher tem o seu período menstrual, uma vez por mês. Quando não tem, pode suspeitar de uma gravidez. Nessa altura passaram-se cerca de 2 semanas após a fecundação, logo essa questão do aborto depois das 10 semanas não é particularmente preponderante. Aliás às 10 semanas, a mulher tem hipótese de saber que está grávida há 8 semanas, ou seja há 2 meses.

    Reply
  • 17. Pedro Farinha  |  February 6, 2007 at 8:59 pm

    No dia 11 de Fevereiro vou votar sim porque…

    Sou pelas crianças

    Acho que todas as crianças têm o direito de nascer fruto do desejo dos seus pais, quer tenham sido planeadas, uma agradável surpresa ou um inconveniente que acaba por ser aceite de bom grado. É para mim fundamental que não nasçam com o estigma de serem um estorvo, um problema ou um obstáculo para os seus pais.

    Sou pelo apoio às mulheres

    Considero importante que as mulheres que se vêem a braços com uma gravidez indesejada não tenham de tomar uma decisão sozinhas, ou com o seu companheiro, sem poderem contar com a ajuda dos organismos de saúde. Quero que possam dirigir-se a uma consulta de planeamento familiar, expor os seus problemas, equacionar soluções e decidir em conformidade. Hoje sabem que se dirigirem a um médico já estão a pôr de lado uma opção e a primeira decisão, interromper ou não a gravidez, têm de a tomar sozinhas.

    Sou pela saúde pública

    A única forma de combater eficazmente o aborto clandestino é a sua despenalização quando feito em estabelecimentos de saúde autorizados.

    Sou pela liberdade

    Acho desumano e cruel devassar a vida pessoal e íntima das mulheres, perseguindo-as e enviando-as para a prisão por terem interrompido voluntariamente a sua gravidez.

    Sou pela legalidade

    Mesmo quando não concordo com uma lei e acho que a mesma deve ser modificada, defendo que a mesma deve ser cumprida enquanto estiver em vigor. Ideias fantasistas de manter algo na lei mas não a aplicar, ou de suspender o efeito da lei (até quando?), parecem-me ideias que põem em causa todo o sistema jurídico. Pode haver situações em que pode haver atenuantes, mas se uma lei existe, então em nome de um estado de direito, a mesma deve ser aplicada.

    Reply
  • 18. Germano Amorim  |  February 7, 2007 at 5:56 pm

    Faltam poucos dias para o término da campanha. Conforme as minhas previsões a posição do Sim nas sondagens tem descido. No fim-de-semana que findou tive a oportunidade de participar em duas sessões públicas sobre o aborto esperando que tenha contribuido para contrariar essa tendência. Uma sessão de esclarecimento pelo Sim em Moledo e um debate público entre três defensores do Sim e outros tantos do Não que ocorreu em Arcos de Valdevez. O primeiro sem polémica decorreu com tranquilidade. O debate foi aceso, duro, porém civilizado. As únicas dúvidas que surgiam foram relativas a questões técnico-jurídicas que dentro das minhas possibilidades fui tratando de esclarecer. A confusão gerada entre a utilização dos termos despenalização, descriminalização e liberalização que tem sido feita nestes dias de campanha foi o tema mais aflorado. Não é à toa que a confusão se instalou. Os defensores do Não propositadamente baralham o eleitorado fazendo jogos de palavras de duvidosa honestidade intelectual. A etimologia dos termos dá-nos uma margem ampla para interpretação conforme as nossas conveniências, porém do ponto de vista científico é lamentável que assim suceda.
    O que está em causa neste referendo é apenas a despenalização das mulheres que por necessidade extrema recorrem ao aborto. Apenas dessa forma podemos ter um aborto que se pretende “legal, seguro e raro”. Essa despenalização será possível até às 10 semanas, prazo bastante razoável e inferior aos restantes países da U.E. que estabeleceram um prazo de 12 semanas, com excepção da Polónia, Malta e Irlanda.
    O que se pretende é combater a estigmatização criminal a que cerca de 18.000 portuguesas por ano, de acordo com os dados da APF, são ditadas.
    O que se pretende é acabar com a discriminação que ocorre por motivos económico-sociais.
    O que se pretende é zelar pela saúde pública e das mulheres em particular.
    Outra das dúvidas prendia-se com o papel do homem no actual enquadramento legal. Poucos têm dito que o homem poderá ser acusado de cumplicidade pela prática do crime de aborto que é punido com prisão até três anos! Assim o é. Que se desenganem aqueles que tranquilamente esperam que isto se resolva sem se levantarem do sofá.
    Porém o que me leva hoje a escrever é algo distinto do direito. É exactamente o que precede esse mesmo direito. A discussão da religiosidade, da laicidade e o conjunto axiológico que veste a nossa sociedade. Indubitavelmente, como bem escreveu Pacheco Pereira, estamos perante duas visões perfeitamente distintas de Estado. Por um lado, os que ainda não aceitam muito bem a distinção entre o poder temporal e o religioso, o olhar de religiosidade, e por outro, o olhar daqueles que defendem e concebem apenas o Estado de forma absolutamente laica! Não podemos esconder que estamos perante uma questão de índole religiosa que mais uma vez na sua história se imiscui num problema social gravíssimo que põe a saúde física e psicológica das mulheres em causa, chegando mesmo a impedi-las de poderem futuramente engravidar novamente.
    Que estranho conceito de defesa da vida daqueles que ainda hoje não conseguem libertar-se do complexo do pecado original. A mulher sempre foi encarada como um castigo dos deuses ou de Deus. Atentemos à mitologia grega e ao castigo que Zeus infligiu a Prometeu, e aos homens, por este ter roubado o segredo do fogo. Além de outros, criou a mulher! Ora rico castigo! Pandora foi criada como um ser menor com o único objectivo de seduzir Epmeteu a abrir a misteriosa caixa tão bem guardada por dois zelosos corvos que esta porém convencera a retirar sob pretexto de medo das sinistras aves negras. E assim foi, após uma boa noite de sexo o incauto adormecera e essa pecadora conseguira finalmente abrir a caixa. O que continha a caixa? Todos os males do mundo.
    Mais tarde esta alegoria mitológica haveria de ser redescoberta e reaplicada em termos teológicos ao cristianismo. Efectivamente também a desgraçada da Eva haveria de trair o pobre do Adão e estragar tudo por não resistir a tão suculenta e vermelhinha maçã! Fruto do desejo diabólico mais uma vez uma mulher a estragar as boas intenções da humanidade masculina. Essas mulheres são ainda as de hoje. No fundo ainda fracas de espírito. Simultaneamente símbolo de desejo e luxúria e também as primeiras a pecar. Pobres seres que não têm sossego. Incapazes de regularem os seu destinos por si. O estado tem que deitar uma mão amiga sobre as suas frágeis cabecinhas loucas.
    Tal é tão verdade que só assim poderemos compreender que os defensores do Não venham agora informar os cidadãos que afinal querem despenalizar as coitadas das mulheres que são empurradas a abortar. Porém, querem manter tudo como está, talvez substituindo a pena de prisão por prestação de serviços comunitários, ou seja, substituir a chapada violenta da prisão pela mais leve mas não menos humilhante imposição do puxão de orelhas.
    Vamos todos votar no dia 11 de Fevereiro e acabar com este lamentável estado de hipocrisia nacional!

    P.S. Meu nome é Germano Amorim

    Reply

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