As instituições que foram criadas após o referendo de 1998 e o seu «bom» trabalho

February 9, 2007 at 11:01 am Leave a comment

Os defensores do Não dizem que apoiam as mulheres, que têm casas acolhimento e projectos para «salvar bebés do aborto». Quanto a este facto diria que não apoiam as mulheres, decidem por elas e «dão a mão» às que concordam com levar a gravidez a diante, só exclusivamente a estas!
Decidem também quantos filhos estas mulheres devem ter, visto que lhes negam acesso a consultas de Planeamento Familiar. E ainda as transferem de instituições públicas, como maternidades e centros de saúde ou centros de atendimento a jovens, onde podem ser abordadas quanto à escolha de um método contraceptivo.
Os defensores do Não promovem, só e exclusivamente, a abstinência e os métodos contraceptivos de abstinência periódica, a que chamam educação sexual. Divulgam a contracepção de emergência como abortiva, quando esta já está nos hospitais e centros de saúde disponível gratuitamente, por deliberação do Ministério da Saúde.
Os defensores do Não também decidem o projecto de vida destas mulheres: serem mães. Não promovem o voltar a estudar nas mães adolescentes, nem lhes dão acesso a formações ou procura de emprego.
Os defensores do Não tratam-nas como umas coitadinhas, que devemos proteger de tudo e de todos. Principalmente dos pais destes bebés, pois não só não promovem a paternidade, como a negam.
Cortam-lhes também acesso a telefonemas ou contactos com restante família e, sobretudo, com os técnicos que lhes possam pôr ideias na cabeça como «você é que decide» ou «deve lutar por aquilo que acha que é melhor para si».
Mas os defensores do Não prezam os valores e os bons costumes, por isso não querem maus exemplos nas suas casas . Foi por isso isso que no mês passado uma jovem mãe com dois filhos foi posta na rua por estar grávida pela terceira vez, quando na verdade não lhe foi dado acesso a nenhum método contraceptivo.
É assim que defensores do Não salvam vidas e usam os nosso impostos! É assim que queremos que as mulheres portuguesas sejam tratadas?
Mas é o que acontece às mulheres que chegam aos centros de acolhimento do Ponto de Apoio à Vida.
Pelo direito à escolha, pela dignidade das mulheres portuguesas.
Para acabar com a hipocrisia. VOTE SIM!

Sónia Ventura, Assistente social

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