Sabias que…

January 14, 2007 at 2:03 pm 3 comments

Portugal foi um dos países que, em 1994, participou na Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento do Cairo? Nesta conferência definiu-se que a saúde reprodutiva é: um estado de completo bem-estar físico, psíquico e social e não apenas a ausência de doença ou enfermidade em matérias relacionadas com o sistema reprodutivo, as suas funções e processos. A Saúde Reprodutiva implica, portanto, que as pessoas sejam livres de ter uma vida sexual satisfatória e que tenham a capacidade de se reproduzir e a liberdade de decidir se, quando e como o fazer (Capítulo VII, 7.2).
http://www.iisd.ca/Cairo/program/p00000.html

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  • 1. Rui  |  January 14, 2007 at 6:45 pm

    Em primeiro lugar quero dizer que me parece muito feliz a escolha desta passagem da declaração da conferência internacional do Cairo. De facto, foca aspectos muito importantes. Parece-me que as pessoas têm mesmo a liberdade de escolher “se, quando e como fazer” “reprodução” para usar o termo citado nessa declaração. Contudo, deixou-me uma pergunta: se isto é verdade, também será verdade que depois do acto sexual escolhido livremente, eu posso afinal recuar nessa escolha? Não devo ser coerente com ela? Não sei… mas parece-me que interromper algo já iniciado, desresponsabiliza um acto que afinal deve ser tomado em liberdade. E depois há algo que me parece fazer falta aqui: demonstrar plena consideração quer pelos dois que se relacionaram (pai e mãe), quer por aquele que já está em formação no ventre da mãe. São tudo perguntas de alguém que procura respostas… A declaração não diz que a liberdade passa por decidir quando o acto já foi realizado, mas refere-se ao antes da relação. Em toda a discussão não podemos é deixar de olhar para a vida mãe, do pai e do feto com um olhar de ternura… pois são vida como eu e como todos nós…

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  • 2. Tiago Mota Saraiva  |  January 14, 2007 at 9:30 pm

    Bem vindos!

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  • 3. Pedro  |  January 14, 2007 at 10:34 pm

    Ao ler esta situação, pensei exactamente no que diz o comentário anterior. Ou seja, que ser livre na saúde reprodutiva, de quando e como fazer, não significa ser livre quanto à decisão de interromper a gravidez… A escolha pode muito bem residir antes do acto e da concepção e com os meios de hoje em dia, da eficácia dos anticoncepcionais, esta é uma questão que não se fala, quando o tema do aborto é falado. E eu pergunto, porque?

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