Jantar do 1º aniversário da vitória do SIM

No próximo dia 11 assinala-se o primeiro aniversário do Referendo pela Despenalização da IVG.
Para comemorar a vitória do SIM, está a ser organizado um jantar de convívio e de reflexão para juntar cidadãs e cidadãos que de alguma forma participaram na campanha que gerou um virar de página tão importante para a vida das mulheres e dos homens neste país.

O jantar vai realizar-se a 11 de Fevereiro, pelas 19h30, na Cervejaria da Trindade (Chiado, Lisboa). Custa cerca de 20 euros, consoante o menu escolhido (consultar convite). O pagamento é efectuado no local, mas as inscrições devem ser feitas até 8 de Fevereiro (para a Associação para o Planeamento Familiar, através do e-mail apfsede@apg.pt ou do tel. 212853993).

convite jantar aniversario referendo

February 1, 2008 at 2:07 pm Leave a comment

Jornadas sobre a Educação Sexual

O movimento de Jovens pelo Sim – Norte realizará com enorme satisfação a sua segunda iniciativa, dentro das Jornadas sobre a Educação Sexual, intitulada :

“Mudança de Conversa – Educação Sexual nas Escolas Portuguesas”

Decorrerá no próximo dia 18 de Maio, 21h30, sexta-feira, no Auditório do ISPGAYA, em Gaia.

Com a presença de :

  • Bárbara Figueiredo – Investigadora UMinho
  • Cândida Ramoa – Professora
  • Carla Silva – APF: Associação para o Planeamento da Família
  • Ilda Taborda – Professora
  • Nuno Gradim – CIDM: Comissão para Igualdade e para os Direitos das Mulheres
  • Paula Antunes – Rede Ex-Aequo

Compareça, Participe e Divulgue!

cartazjovenspelosimNorte

May 15, 2007 at 3:32 pm Leave a comment

REUNIÃO PLENÁRIA

Reunião plenária do Movimento Jovens Pelo Sim com a seguinte ordem de trabalhos:

1. Balanço da campanha
2. Tomada de posições pós-referendo
3. E depois do adeus, que futuro?

Sede Jovens pelo Sim – Lg da Trindade 17 [mapa]
3a feira, 27-Fev, 21h

APARECE :: DIVULGA :: TRAZ OPINIÕES!

February 23, 2007 at 2:57 pm Leave a comment

O primeiro passo está dado

O primeiro passo está dado: com 59,25% dos votos expressos, o Sim à despenalização do aborto, por opção da mulher, em estabelecimento de saúde legalmente autorizado venceu nas urnas. Mas o que isto implica em termos de desenvolvimento, de respeito pelos direitos humanos e de garantia de uma legislação que se mantém autónoma de valores morais que não são generalizados não tem quantificação possível. A partir deste momento, nenhuma mulher poderá voltar a ser condenada por interromper uma gravidez; não terá de enfrentar as denúncias, as perícias, os interrogatórios e o banco dos réus num momento doloroso e seguramente complicado, e não mais será cadastrada como criminosa. A partir deste momento, nenhuma mulher que decida interromper a sua gravidez deverá ter como alternativa entregar-se às habilidades cirúrgicas de pessoas sem qualificação médica e à falta de garantias de assistência durante e após a intervenção, pondo em causa a sua saúde e a sua vida.
Claro que tudo isto é, ainda, um quadro por completar, mas um quadro que pode e deve tomar forma depois da vitória expressiva do Sim no referendo. Agora importa que a Assembleia da República debata e legisle de acordo com a vontade expressa dia 11, regulamentando as questões necessárias, nomeadamente as que se ouviram ontem nos noticiários das rádios como se fossem novidade absoluta e que, obviamente, sempre estiveram presentes no discurso dos movimentos que se organizaram pelo Sim, ou seja, o período de reflexão antes da interrupção da gravidez, caso essa seja a opção tomada, e a consulta de planeamento familiar que permita prevenir futuras gravidezes indesejadas (mas alguém achou realmente que se defendia a realização de abortos imediatos e instantâneos a pedido da mulher assim que esta chegasse ao hospital e o anunciasse, ou isso foi apenas uma desonestidade afirmada para descredibilizar uma pergunta de referendo que, obviamente, teria de cingir-se a uma questão geral que seria – será – depois regulamentada pelos órgãos competentes?). Importa também integrar o processo no sistema nacional de saúde, garantir que os centros de saúde e os hospitais iniciam os trâmites necessários, disponibilizar a informação e o acompanhamento da maneira mais clara e eficaz e, já agora, investir a sério no planeamento familiar, na divulgação dos métodos contraceptivos, na implementação a sério da educação sexual nas escolas… Não esqueçamos que a prevenção das gravidezes indesejadas é a melhor forma de reduzir o número de abortos, objectivo expressamente desejado por todos os intervenientes na campanha para este referendo, independentemente do lado em que se encontravam. Também nesse campo há muito para desenvolver.
Está quase tudo ainda por fazer, é certo, mas agora pode, finalmente, ser feito. Cá estaremos para acompanhar o processo e contribuir para a sua concretização, mas o primeiro passo está dado, desde domingo, e o país que ontem acordou é um bocadinho mais europeu.

Sara Figueiredo Costa

February 13, 2007 at 1:47 pm 1 comment

Agradecimentos

Desde o primeiro dia este blog só foi possível com o contributo de muita gente. Cumpre-nos agradecer-lhes o empenho. Assim, a todos os que assinaram artigos, fizeram comentários e contra comentários e nos enviaram imagens, o nosso muito obrigado.

Fica um especial agradecimento a algumas pessoas, cujo contributo constante não foi passível de reconhecimento em devido tempo: à Rita Gorgulho pelo contributo gráfico, à Rita Correia pela dinamização do grupo Sim à despenalização no Flickr, à Mariana Canotilho pela compilação da esmagadora maioria dos textos da rúbrica «Mães pelo Sim», à Sara Figueiredo Costa pela resposta rápida e brilhante a todos os pedidos de textos, ao Pedro Rufino e à Paula Carvalho por terem sido modelos quase à força… e à Alice, por ser uma bebé tão linda.

Valeu a pena, não valeu?…

February 13, 2007 at 1:00 pm 2 comments

Finalmente!

Pois foi, ganhámos.  Ganhámos porque participámos, porque fizemos uma campanha intelectualmente honesta, porque o voto jovem foi decisivo e, sobretudo, porque contribuimos para o começo do fim do aborto clandestino em Portugal.

Passados os festejos (que os houve, pois claro; só os hipócritas é que não comemoram as suas vitórias, e para nós a dignidade da mulher é algo que deve ser celebrado condignamente), continuamos por aqui. Porque a educação sexual nas escolas ainda não existe, porque a contracepção tem de ser uma realidade acessível, e porque uma sexualidade informada e consciente é um direito e a única maneira de combater a gravidez entre as adolescentes. E porque teremos uma palavra importante a dizer aquando da regulamentação da lei sobre interrupção voluntária da gravidez.

Por isso para nós o dia seguinte não é tempo de balanços e despedidas. É antes a altura ideal para lembrar que é a partir de agora que se prova que afinal somos todos pela vida, pela informação, pela educação. Seja obviamente benvindo quem vier por bem.

February 13, 2007 at 11:50 am 1 comment

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February 9, 2007 at 11:50 pm 1 comment

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